5 histórias incríveis do melhor amigo do homem

Tido como o melhor amigo do homem, o cachorro conquista facilmente a maioria das pessoas. Carinhosos e muito brincalhões, cada um com sua personalidade, estão sempre dispostos a alegrar o ambiente aonde habitam. Em todo o mundo, muitas são as histórias destes peludos que impressionam aqueles que os amam. Selecionamos algumas poucas para você que adora uma lambida de bom dia.

 

Dozer, o corredor

Dozer, um Golden de três anos de idade, viu um monte de pessoas correndo em uma maratona a frente de sua casa em Fulton, Maryland, e ficou tão empolgado que começou a correr com eles. Sete quilômetros depois, Dozer cruzou a linha de chegada da Meia Maratona de Maryland, um evento de arrecadação de fundos para o Centro de Câncer Greenebaum, da Universidade de Maryland.

Os corredores não sabiam que Dozer estava sozinho e voltou para casa no dia seguinte, parecendo tão exausto que seus donos o levaram ao veterinário. As notícias se espalharam e eles perceberam que Dozer era o cachorro na cobertura da maratona na TV.

Pela sua proeza, Dozer ganhou uma página de fãs no Facebook e levantou $21.000 dólares para o centro de câncer.

 

Bamse, o pacificador

Bamse era um São Bernardo que serviu a bordo de um caça-minas norueguês durante a Segunda Guerra Mundial. Apesar de sua aparência fofa ele era extremamente duro. Bamse foi originalmente trazido a bordo pelo capitão do navio e quando o capitão tentou levar Bamse junto com ele, ao ser transferido para outro posto, a tripulação, que gostava muito do cachorro, ameaçou deixar o navio se ele fosse levado. Eles gostavam tanto do cachorro que teriam se amotinado para não de perdê-lo.

Bamse tornou-se lendário em Dundee e Montrose, onde o navio ficava estacionado durante a Segunda Guerra Mundial. Andava de ônibus sozinho com um passe feito especialmente amarrado no pescoço, certificando-se de que os marinheiros bêbados voltassem para seus postos e ajudasse a impedir as brigas de bar.

Certa vez, ele resgatou um tripulante que havia caído ao mar. Em outro momento resgatou um tripulante encurralado por um homem com um facão, atacando o atacante e arrastando-o para a água. Mas Bamse era mais do que apenas um herói, ele também era um pacificador. Quando os marinheiros brigavam a bordo, ele parava de pé sobre as patas traseiras, apoiando suas nos ombros até que a briga cessasse. E Bamse não era apenas famoso na Escócia, onde ficava o navio, todo Natal ele usava um chapéu de marinheiro e fotografava para que sua foto pudesse ser colocada em cartões de Natal e enviada aos parentes dos tripulantes na Noruega.

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Chancer, o melhor amigo

A alegria que um cão pode encontrar em confortar os feridos transformou a família Winokur, cujo filho adotivo, Iyal, apresenta sintomas da síndrome alcoólica fetal. O adolescente, que sofre danos no cérebro e no sistema nervoso central, experimenta fúria, atraso no crescimento emocional e noites sem dormir.

Porém, nas primeiras 24 horas após conhecerem Chancer, um golden retriever, a vida da família foi transformada. Na primeira noite em sua casa, ele se arrastou para a cama de solteiro de Iyal e dormiu lado dele. Depois de anos de interrupções noturnas, essa seria a primeira noite inteira de sono da família.

Agora, quando Iyal tem seus momentos de irritação, Chancer se aninha ao lado dele ou deita sobre o menino para acalmá-lo, e “as raivas não aumentam do jeito que costumavam e não duram tanto”, disse a mãe de Iyal. Donnie Winokur.

O Chancer é o primeiro cão treinado para serviço para pessoas que vivem com síndrome alcoólica fetal (SAF). Cães de serviço podem ajudar crianças nascidas com SAF a melhorar a autoconfiança e a independência.

 

Fido, o leal

Há muitas histórias de cães que vigiaram mestres mortos durante anos depois. Entre os cães leais mais conhecidos estavam Hachiko, do Japão , e Greyfriars Bobby, da Escócia. Hachiko e Greyfriars Bobby tiveram inúmeros livros e até filmes feitos sobre eles. Mas o cão leal que foi mais famoso durante sua vida e é provavelmente o menos conhecido.

Fido nasceu na Itália em algum momento da Segunda Guerra Mundial. Ele foi encontrado à beira da morte por um trabalhador de forno que o levou para casa e o cuidou, e por isso, ele teria a lealdade de Fido pelo resto da vida.

Todos os dias, Fido esperava por seu mestre no mesmo ponto de ônibus, recusando-se a se mover até que ele descesse do ônibus e em uma época em que a Itália era bombardeada quase que diariamente. Um dia, o mestre de Fido não voltou. Ele foi morto em um ataque aéreo enquanto estava no trabalho. Fido, sempre vigilante, ainda aparecia esperando por ele, todos os dias, durante 14 anos.

Sua história se espalhou pela Itália até Fido se tornar uma fonte constante de atenção da mídia.  Ele recebeu honras e medalhas , mas tudo o que ele queria era que seu amigo voltasse para casa.

 

Bobbie, o incrível

Bobbie foi acidentalmente separado de sua família, enquanto eles estavam em uma viagem em Indiana, no ano de 1923. Depois de realizar uma extensa e exaustiva busca por seu amado cachorro, a família chegou a sua casa no Oregon, decepcionada e triste.

Após 6 meses, Bobbie apareceu. Ele estava lá na porta de sua casa, com o corpo esquelético pela longa caminhada que percorreu de Indiana até sua casa no Oregon. Em sua jornada de volta, ele percorreu uma distância de 4.105 km, atravessando todos os obstáculos físicos das montanhas, desertos e planícies. Em média, Bobbie deve ter viajado cerca de 23 km por dia.

 

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