9 animais pré-históricos extremamente preservados

Arqueólogos escavam vários locais em busca de restos de corpos de animais mumificados ou preservados naturalmente. Os restos são geralmente encontrados em pedaços, conforme a decomposição dos corpos. 

Alguns especialistas descobriram animais que estavam perfeitamente intactos, embora tenham morrido há milhares de anos. Vários especialistas afirmam que alguns animais ficaram presos em suas tocas e que, a falta de oxigênio preservou os corpos por milhares de anos.

Carcaça de mais de 22.000 anos de um urso das cavernas

Urso das Cavernas

Os cientistas ainda não foram capazes de explorar as ilhas da Sibéria, principalmente porque é difícil para eles suportar as temperaturas abaixo de zero, como alguns animais estão acostumados. No entanto, eles descobriram recentemente um urso das cavernas, já extinto, que viveu durante a idade do gelo. 

Seus órgãos internos, nariz e dentes, estão perfeitamente intactos. De acordo com vários relatórios, o dito urso morreu de 22.000 a 39.500 anos atrás, sendo que sua espécie foi extinta há aproximadamente 15.000 anos atrás.

Filhote de cachorro de 14.000 anos encontrado

Cientistas russos encontraram um filhote de cachorro de 14.000 anos em uma caverna na Sibéria. Acredita-se que ele possa ter sido domesticado junto a outros animais, já que encontraram restos do que poderia ser um dos últimos rinocerontes lanosos dentro de seu estômago. 

Os restos mortais preservados de um Bisão de 10.000 anos 

bisao

O Bisão era um parente distante do bisão moderno. Uma das tribos da Sibéria, localizadas na planície aluvial Yana-Indigirka Lowland,  descobriu os restos do animal. O cérebro e os órgãos internos do animal estavam perfeitamente preservados e intactos, embora ele tenha morrido há aproximadamente 10.000 anos. 

Casal de animais encontrado nas cavernas com mais de 40 mil anos

Um casal filhotes de leão foram descobertos em uma caverna na Sibéria. O de sexo masculino, teria morrido a 44 mil anos e o de sexo feminino, a 26 mil anos. 

A de sexo feminino, teria morrido de fome, já que nas análises, não encontraram nenhuma gordura corporal. Já o de sexo masculino, teria morrido com o impacto de rochas, uma vez que grandes ferimentos internos foram encontrados.  

Cabeça de lobo de 32.000 anos encontrada na Sibéria

cabeca de lobo

Os especialistas conseguiram desenterrar a cabeça de um lobo em uma caverna na Sibéria. Estima-se que o animal ficou enterrado por mais de 32.000 anos, tendo seu cérebro e músculos faciais em perfeito estado. 

Mamute lanoso de 40.000 anos encontrado na Sibéria

Cientistas descobriram um mamute lanoso bebê, de apenas um mês de idade enquanto escavavam a margem de um rio congelado na Sibéria. Estima-se que o pequeno mamute tenha aproximadamente 40.000 anos de idade. 

Segundo os pesquisadores, ele teve sua morte por afogamento e se manteve bem conservado, por ter sido engolido pela lama, criando involuntariamente um ambiente nada propício para os organismos que poderiam o decompor.

Os pássaros de 500 anos chamado Moa

ave moa

Os Moa habitavam a Nova Zelândia e foram caçados até a sua extinção por volta do ano 1500. Pesquisadores descobriram vários ossos de Moa, mas ficaram totalmente chocados quando encontraram uma garra mumificada que tinha a pele e os músculos do pássaro ainda.

Cavalo da era do gelo

Pesquisadores encontraram um cavalo na Cratera Batagaika, ao leste da Sibéria, que morreu há aproximadamente 40.000 anos. Com seu corpo praticamente preservado por completo, cientistas e especialistas encontraram sangue na forma líquida na cavidade de seu coração e urina, embora ele tenha morrido há milhares de anos. 

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“Cavalo” de 48 milhões de anos

fossil de cavalo utero

Pesquisadores encontraram os ossos de um ancestral pré-histórico dos cavalos. Acredita-se que a criatura estava grávida no momento de sua morte pois foi possível identificar o feto. Não se sabe exatamente o motivo de sua morte, mas ao morrer, o feto já estava praticamente formado.

Análises microscópicas do útero e placenta, permitiram afirmar que nestes 48 milhões de anos, continuam muito parecidos com úteros e placentas dos cavalos de hoje em dia.

 

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